Faltam quatro meses para acabar o ano. Se você parar para olhar para trás agora — a balança no mesmo lugar, o faturamento travado, aqueles projetos que continuam engavetados —, dá uma vontade enorme de se cobrar mais.
E o reflexo automático é isso: “dessa vez eu vou com tudo”, “agora é para valer”. Só que essa promessa você já fez em janeiro. E em maio. O problema nunca foi a falta de vontade. Foi continuar tomando as mesmas decisões, do mesmo jeito, esperando um resultado diferente no fim do ano.
Você não precisa de mais um discurso de auto-ajuda. Precisa rever como está decidindo as coisas no dia a dia — de um jeito que não dependa do seu humor de terça-feira à noite.
Parar de julgar o futuro pelo passado
Tem uma armadilha em que quase todo mundo cai: olhar para o resultado dos últimos meses e concluir que o resto do ano já está decidido. Se o 1º e o 2º quadrimestre foram fracos, o cérebro conclui, sem pedir licença, que o 3º também vai ser.
Isso é só um jeito preguiçoso de pensar. Um resultado ruim não prova que você é incapaz de nada — só mostra que o método usado não funcionou direito diante dos imprevistos. O que ficou para trás é dado, não sentença. Serve para ajustar a rota, não para prever o final.
Antes de imaginar a vitória, imagine o desastre
A maioria dos conteúdos por aí manda você fechar os olhos e se ver comemorando no Réveillon. Funciona pouco. O que costuma funcionar de verdade é o oposto: pensar no fracasso antes que ele aconteça.
Tente isto: imagine que já é 31 de dezembro e nada deu certo. O que aconteceu? Foi o cansaço que bate às 17h? A rotina que desmonta no fim de semana? A falta de um plano B quando a semana sai do previsto? Só quando você nomeia o que te derruba é que consegue montar uma defesa de verdade contra isso.
A pessoa que você é à noite não é a mesma que planeja no domingo
Domingo à noite, planejando a semana, você é uma pessoa bem racional. Quarta-feira, depois de um dia difícil, chegando em casa exausto, você já não é mais essa pessoa — quer alívio imediato, ponto final.
Se você não deixa combinado com antecedência o que vai fazer nesses momentos, é essa versão cansada de você que acaba decidindo por todo mundo. A saída é simples de descrever (mais difícil de treinar): decidir com antecedência o que fazer quando a sabotagem bater, para não precisar negociar consigo mesmo bem na hora em que a vontade já foi embora.
E como colocar isso em prática até dezembro?
Se você já está cansado de fórmula mágica e quer algo mais concreto para recalibrar o resto do ano, o programa “Como Não Arruinar Seu 3º Quadrimestre” é exatamente isso.
Neste sábado tem um workshop ao vivo, de 3 horas, para colocar seus vícios de decisão na mesa, fazer o exercício do desastre imaginado e sair de lá com um plano de execução para os próximos meses. Depois, são 8 encontros quinzenais até dezembro para esse plano não morrer na primeira semana difícil.
Plano Padrão — R$ 397 (ou 12x) Workshop ao vivo + workbook em PDF + 8 mentorias quinzenais. 👉 Garantir vaga no Plano Padrão https://mizuji.com/p26/nao-arruinar-seu-ano/#planos
Experiência VIP — R$ 697 (ou 12x) — só 5 vagas Tudo do Plano Padrão + uma sessão individual de 30 minutos para ajustar o plano com você. 👉 Garantir uma das 5 vagas VIP
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